Está de parabéns o Comando Distrital da PSP de Bragança. No dia 4 de Março fez 150 anos. Celebrou-os no dia 5, em cerimónia oficial. Celebrou a deliberação da sua criação. Em 24 de Julho próximo fará 150 anos que iniciou funções, através do policiamento da cidade e fiscalização do Código de Posturas da Câmara. Tinha um efetivo de 16 profissionais a primeira esquadra – 1 comissário, 1 chefe de esquadra, 2 cabos e 12 guardas.
A opinião de ...
Ouvi a frase dita sem solenidade: “Às vezes é preciso perdermo-nos.” Não vinha acompanhada de teoria nem de conselhos fáceis. Era quase um sussurro de quem já atravessou alguma coisa. Talvez por isso não a consegui ignorar.
Vivemos numa cultura que idolatra a orientação permanente. Tudo deve estar definido, mensurável, optimizado. Ter rumo é virtude. Hesitar é fraqueza. Perder-se é fracasso. Ensinaram-nos que maturidade é controlo e que estabilidade é prova de acerto.
A frase é antiga, repetida vezes sem conta, e talvez por isso facilmente desvalorizada. “Prevenir é melhor do que remediar” soa quase a lugar-comum, usada em campanhas, discursos e consultas médicas. No entanto, apesar da sua simplicidade, continua a ser uma das verdades mais sólidas da medicina moderna. Prevenir não significa evitar todas as doenças - tal seria irrealista - mas reduzir riscos, ganhar tempo, evitar sofrimento desnecessário e melhorar a qualidade de vida ao longo dos anos.
Nunca tivemos acesso a tanta informação sobre saúde como hoje. Em poucos segundos, qualquer pessoa pode pesquisar sintomas, tratamentos, dietas ou conselhos médicos no telemóvel. As redes sociais tornaram-se uma das principais fontes desse conhecimento, sobretudo fora dos contextos formais de consulta. O problema não é o acesso — é a qualidade da informação que circula, a velocidade com que se espalha e a dificuldade em distinguir o que é rigoroso do que é apenas convincente.
Alinhamento, interposição, ocultação, escurecimento, penumbra, ofuscamento, ocaso. Palavras diversas que convergem para o deslumbramento provocado pelo eclipse. Esta diversidade de conceitos traduz não apenas a dimensão física do fenómeno astronómico, mas também o seu profundo simbolismo. Desde os tempos mais remotos, a humanidade nunca ficou indiferente a este espetáculo celeste, que tanto inspira fascínio como reverência.
Saía eu da última sessão da Assembleia Municipal, ainda com o eco do “golpe de teatro” a ressoar nos corredores, quando alguém se abeirou de mim. A expressão, de desalento, e o desabafo, seco e direto, fez-me fixar o olhar: “Nuno, isto vai de mal a pior. Em Bragança já não se consegue falar, nem respirar.”
Este desabafo não foi apenas um comentário de circunstância; foi o diagnóstico de uma democracia local que está em dificuldade, em défice de exercício.
São vários os apontamentos desta asfixia democrática:
Enquanto por cá, um Vereador da Câmara Municipal de Bragança nos vai entretendo com uma «novela morena» que parece ter tudo para ser novela, pela paixão, pelo ódio e pelo enredo, e morena pela identidade de um dos seus figurantes, no Médio Oriente, desenrola-se uma guerra que tem como protagonistas o desejo infinito de vingança e a vontade de inflingir um castigo sem dó nem piedade (responsáveis iranianos seguindo o Código de Hamurábi) contra os caprichos e loucura de poder de um homem que parece julgar-se inspirado por um poder divino e que não parece medir bem as consequências dos seus ac
Mais à frente, nesta edição, o leitor poderá encontrar os testemunhos de algumas pioneiras, sobretudo na política.
O Mensageiro falou com todas as mulheres que foram, ou são, presidentes de Câmara no distrito de Bragança e ainda com a primeira mulher presidente de Câmara do distrito de Vila Real (Helena Lapa, de Sabrosa).
Qual é o problema? São poucas.
Com quase 52 anos passados desde o 25 de Abril, o distrito de Bragança teve, apenas, cinco mulheres a presidir os destinos de autarquias (de um total de 12 Câmaras).
A propósito da decisão irracional do mentecapto incorrigível Donald Trump, que tem nas mãos os destinos da nação dos Estados Unidos da América, de mandar atacar o Irão, veio-me à lembrança o conhecido comentário ,”Meteu-se numa camisa de onze varas”, que nos tempos idos era normal ouvir-se, sempre que alguém, sem uma razão aparente ou um motivo plausível, resolvia meter o nariz onde não era chamado, acabando sempre por se enredar em sarilhos, dos quais raramente conseguia libertar-se airosamente.
A relação tempo-espaço tem uma longa tradição na história da arquitectura. A rede de estradas antigas, que está na base do território europeu como o conhecemos hoje, foi pensada em função do tempo que se demorava a chegar de um local ao outro, para que o serviço público de correio e transporte pudesse ser o mais eficiente possível - as estações de muda e descanso, pontos de paragem obrigatória aos viandantes, desempenhavam um papel fundamental à eficiência de todo o sistema de circulação do Cursus Publicus.
Como pôde ler nas páginas que antecedem este editorial, o desempenho da economia transmontana no ano de 2025 "não foi brilhante", nas palavras do economista e investigador transmontano, Paulo Reis Mourão.
Apesar de ter havido um pico de aprovação de projetos, a injeção de capital na região ainda não se fez sentir no bolso dos cidadãos.
A região está cheia de potencialidades mas não acaba de as concretizar. Um pouco como acontece no país desde há mais de 300 anos.
As fortes tempestades que recentemente assolaram o país provocaram danos significativos em habitações, veículos e outros bens, afetando diversas regiões. Milhares de consumidores ficaram privados de serviços públicos essenciais, como eletricidade, água e telecomunicações, enfrentando ainda constrangimentos na mobilidade, nos transportes e nas comunicações.
Há datas que não são meros dias de calendário, como são o Natal, o Carnaval, a Páscoa, pois convocam-nos às memórias, às raízes, às tradições e cultura, enfim à nossa identidade.
Portanto, é natural e compreensível e até louvável que, à volta do imaginário coletivo e valor que traduzem, as Câmaras Municipais mobilizem recursos para organizar eventos para afirmar o território, dinamizar o comércio local e fortalecer o turismo, numa estratégia de valorização territorial e económica.
O município de Oeiras tem, nesta altura, no âmbito do Programa “Ciência + Cidadã” mais de uma dezena de projetos de cariz científico onde várias centenas de munícipes se juntam a uma trintena de investigadores para os levar a cabo, cumprindo integralmente as exigentes e rigorosas metodologias impostas para lhes conferir validade. Só assim é possível validar os resultados e usá-los, como vai acontecendo, de base a publicações em revistas da especialidade, depois de revistos pelos pares, bem como dar suporte a teses de mestrado e outras.
Para quien inda se lhembre, na última “Pruma...” falemos de la “pátria”, quedando la promessa de tornar a esta eideia para falar de lhénguas. Por estes dies an que muito tenemos falado de la “Lhéngua Materna” – por oucasion deste Die Anternacional, a 21 de febreiro – lhembremos tamien que ls remanos, ousando las palabras de Cícero (De Finibus, 1, 4), falában de “patrius sermo”.
QUESTÃO-“… algumas obrigações por parte dos contribuintes nos primeiros meses do ano de 2026…” “Trabalhadores estudantes com rendimentos…”
RESPOSTA-(elaborada em 20/01/26) O IRS é um dos impostos mais abrangentes do universo dos contribuintes, que implica uma participação “bastante cuidada” por parte de quem está sujeito, consubstanciada numa interação em todo o processo conducente à determinação do montante a pagar ou a receber, por parte da Administração Tributária e Aduaneira-AT.
Com regresso do bom tempo e a ausência de chuva dos últimos dias, à medida que se vão normalizando os caudais dos rios que receberam a grande maioria das chuvas torrenciais que, com rara violência, causaram enormes prejuízos, um pouco por todo o país, com especial incidência e gravidade na região centro do território nacional, fica cada vez mais clara, tanto a dimensão da devastação causada pela força da água, como a necessidade de construir as defesas indispensáveis com a resistência necessária para evitar que tal volte a acontecer.
Face aos acontecimentos que ultimamente têm marcado o nosso país, não tenho qualquer dúvida de que, se começasse por opinar sobre a notável eleição do novo Presidente da República, em desfavor da tragédia que nos vem assolando, decerto que, por isso, o iria magoar.
Se houve coisa que os recentes desastres ambientais colocaram a nu é o excessivo centralismo que tem condicionado o desenvolvimento do país e a ausência de uma coordenação eficaz de serviços ao nível regional.
Cada vez mais vozes se ouvem a alertar que o Rei vai nú.
Mas sempre que se fala em Regionalização, surgem sempre os arautos da desgraça e os Velhos do Restelo a atirar para o ar o espetro do “tachismo” e do “despesismo”.
A verdade é que, a cada dia que passa, a evidência comprova-se com a realidade.
Ao que tudo indica, e esperamos bem que assim seja, pode já ter passado o período mais crítico da passagem do “comboio de depressões”, que durante a primeira metade do mês de fevereiro atravessou o nosso país, deixando atrás de si, um rastro de devastação inimaginável, como nunca visto desde há muitas dezenas de anos.
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