José Mário Leite

Economia Pós-Covid (A prova do algodão)

stá de parabéns, Carlos Almendra, coordenador, em Bragança do Conselho Estratégico Nacional (CEN) para a Economia do PSD. No passado dia 16 de junho, promoveu e levou a efeito, uma conferência on-line (Covid a tanto obriga) subordinada ao tema “Os desafios para a Economia do Nordeste no período pós-pandemia”. Não só o tema é relevante como os convidados foram, sem dúvida, o que de melhor o Partido Social Democrata podia, nestas circunstância, oferecer.


Centeno e as virgens ofendidas

É inacreditável que, em pleno século XXI, seja possível elaborar uma Lei ad hominem com o único objetivo de impedir um cidadão competente e responsável de aceder a um cargo para o qual está, sem qualquer dúvida, preparado como poucos outros! É inaceitável que tal desplante seja perpetrado, em plena luz do dia por representantes do povo, sabendo-se bem que o povo gosta, aprecia e valoriza o respetivo cidadão como nenhum dos que o pretendem manietar!


As máscaras da democracia

O coronavirus SARS-CoV-2 apareceu, vindo da China, subitamente, com intuitos, aparentemente democráticos. Infetava, indiscriminadamente, ricos e pobres, asiáticos, europeus, africanos e americanos. A nação mais rica do Mundo foi fustigada com força instalando-se com grande aparato e à-vontade na elitista Nova Iorque obrigando a elite mundial a vergar-se perante as suas indiscriminadas invetivas. O distanciamento social e o fecho da atividade económica foi universal.


Em causa própria

Muitas foram as notícias e os protestos sobre as comemorações do 1.º de maio da CGTP na Alameda. Para as sustentar apareceram nas redes sociais várias fotografias mas nenhuma delas demonstrava qualquer desrespeito flagrante às regras determinadas pela Direção Regional de Saúde. Nunca tive dúvida que, perante o foco em que sabiam ir estar, os dirigentes da Central Sindical iriam assegurar que assim seria. Não houve risco de contágio na Alameda!


Graça Freitas

Há, nesta saga de combate à Covid uma imagem marcante: o principal conselheiro científico de Boris Johnsons (Patrick Vallence se a memória não me atraiçoa) a sair do número 10 de Downing Street com algumas pastas debaixo do braço a ser assediado por jornalistas que pretendiam saber as razões do plano governamental, tão diverso (mas não totalmente inédito) para enfrentar a pandemia. Patrick nem os olhou. Murmurou qualquer coisa, prometeu que a seu tempo falaria, mas nada de concreto disse. Absolutamente nada.


Máscara? Obviamente, não! Talvez... Depende... Sim, claro!

A máscara a que me refiro e de que tanto se tem falado é uma superfície de TNT (Tecido Não tecido), de algodão ou outro produto com capacidade eficaz de filtragem. É usada para tapar a boca e o nariz e tem como função reter todos os micro-organismos especialmente os perigosos e contaminantes. Mas não são totalmente eficazes para nos proteger contra a infeção do coronavirus.


O MARSHALL ORIENTAL

A História repete-se. Sistematicamente, continuamente. Com cenários iguais ou diferentes, com os mesmos ou outros protagonistas, mas com guiões idênticos aos anteriores e com resultados parecidos, adequados às diferenças espectáveis.


Esforço de Guerra

Na sua recente mensagem, o Presidente da República, usou, várias vezes, a palavra guerra, para caracterizar a situação em que estamos mergulhados. Houve quem viesse logo criticá-lo por entender o termo desadequado. Não acho. É efetivamente uma guerra, esta que travamos com um inimigo poderoso, numeroso e traiçoeiro. Uma guerra em que, de nada nos valem os enormíssimos desenvolvimentos tecnológicos feitos ao longo dos tempos pois de nada nos valem os mísseis, drones, aviões, porta-aviões ou carros blindados.


O Ferro e a Ferrugem!

No rescaldo do Governo de Proximidade que veio realizar o Conselho de Ministros a Bragança, toda a imprensa regional deu devido eco à desconsideração de que foram alvo as gentes de Vimioso pela inaceitável atitude de António Costa cancelando a sua ida a Vimioso, depois de se ter comprometido a acompanhar a Ministra e a Secretária de Estado. INACEITÁVEL! A honesta e pacífica gente nordestina não é merecedora de tal desfeita, de tal falta de consideração.