Encerra a obra sem Chave d’Ouro
Não há pachorra para o silêncio resignado perante a descaracterização do centro histórico de Bragança. Sem canudos, nem letras gordas, escrevo com as minhas capelas, puxando pelo brio que me racha a alma. Há quarenta anos assisto a dolorosos ataques ao património do burgo. O espaço virou estaleiro imobiliário, sem avisar que era a memória viva da comunidade.
