O Cónego que Preferiu o “Nós”
Sem ruído, sem palco, sem reivindicação, sem o verniz useiro de certos clérigos. Assim recordo Aníbal João Folgado (1926-2010), o cónego Aníbal Folgado, nos finais da década de oitenta e nos primeiros anos da década seguinte. Para mim, foi um tempo alegre e feliz, como se tudo fosse intemporal e possível. Quase me convenço de que sou capaz de o descrever com pormenor forense. Digo quase, porque hoje, tenho a certeza de cada vez menos coisas.
