Na Assembleia Municipal de Bragança, da passada quinta-feira, o assunto das chefias intermédias do município voltou a vir à baila.
O executivo liderado por Isabel Ferreira propôs à Assembleia novos critérios para a seleção de elementos para as chefias de terceiro grau e inferiores.
Na prática, a única diferença é a retirada da expressão "efetivos de serviço" que restringia a trabalhadores do município a possibilidade de serem recrutados para essas funções. Essa restrição foi considerada inconstitucional pela CCDR-N, em parecer enviado anteriormente à autarquia.
A opinião de ...
Recentemente, o Governo anunciou, como resposta ao aumento do custo da energia, o reforço do apoio à botija de gás solidária. A medida, de carácter excecional, pretende aliviar a pressão da presente crise energética sobre os consumidores mais vulneráveis.
Mas então o que muda para o consumidor?
Em 1974 e 1975, Sérgio Godinho cantava que «A liberdade está a passar por aqui», mas, lentamente, como referiu o Presidente da República, no discurso do último 25 de Abril, a liberdade parece ir mudando, de modo, de lugar, de tom, de côr e de ritmo.
No prefácio à obra “Que médicos queremos” do Prof. Dr. Jorge Cruz (Almedina, 2012), o Prof. Daniel Serrão faz a seguinte pergunta (pg. 6): «Que médicos querem os Cidadãos, o Governo, os legisladores, as Escolas de Medicina, o Serviço Nacional de Saúde, a Ordem Profissional?» Podemos afirmar com clareza que todas estas entidades têm legitimidade para fazerem a pergunta. Mas, como acrescenta Daniel Serrão, a maior dificuldade é a resposta que podem dar os cidadãos.
“La política lhenguística nun debe ser bista cumo ua deficuldade, mas cumo un atibo.”
“Comisson Ouropeia (Decumento oufecial subre l multilhenguismo
L’ouficializaçon de l mirandés ye, an muitos campos i calatrizes, simbólica. Indas que la Lei eijista, l uso de la lhéngua n’admenistraçon pública inda ye ralo, mantenéndo-se l’heigemonie de l pertués. La bitalidade dua lhéngua nun se garante solo cun decretos. Ye preciso qu’eilha seia eiconomicamente i socialmente bantajosa.
Em Londres, na Waterloo Place, coração simbólico de uma cidade de muitos e belos monumentos e memórias do poder, o artista Banksy voltou a fazer o que melhor sabe: interromper a paisagem e o corre-corre da vida para obrigar a pensar.
A sua nova escultura, ali instalada sem autorização, representa um homem de fato, que avança sobre um pedestal enquanto uma grande bandeira lhe cobre o rosto, com um pé já fora dele e a dirigir-se ao vazio.
Só porque não é fácil reverter a atual situação catastrófica dos acidentes de viação, e muito especialmente por isso, acabou o tempo de continuar sentados à sombra da bananeira sem mexer uma palha, esperado que ela se reverta por si mesma, face à inutilidade absoluta, ao rotundo fracasso e ao descrédito total das ações casuísticas tomadas nas últimas décadas, chegou a hora de, de uma vez por todas, dizer basta.
No Dia da Mãe, celebramos flores e palavras. Mas talvez o maior acto de amor continue a ser o mais silencioso: permanecer quando todos partem.
Os “defeitos” de Jesus como caminho de plenitude.
QUESTÃO-“…a declaração automática de IRS está associada a facilitar os contribuintes em termos da respetiva apresentação. No ano de 2025 estavam em condições de aceder a este sistema, mais de quatro milhões de contribuintes…”
RESPOSTA-(elaborada em 25/04/26) No que concerne à tramitação das componentes abrangidas pelo IRS – Fisco/Contribuinte – vamos abordar os procedimentos estabelecidos pela AT com vista ao cumprimento da entrega da declaração mod.3, denominado IRS AUTOMÁTICO, cujo o prazo decorre até 30 de junho próximo.
Supóngamos, por un cachico, que la gramática fusse un código cebil i l’ourtografie ua frunteira. Isto ye, an eisséncia, l que mos ansina la glotopolítica. Esta eideia, popularizada an 1986 por Jean-Batiste Marcellesi i Louis Guespin na rebista Langages, bieno a sacudir l’eideia de que las lhénguas son solo ua ferramienta técnica de comunicaçon. Na berdade, todas las sociedades zampeínhan ua açon subre la lhenguaige, i essa anterferéncia ye anseparable de l’eisercício político.
Um imperativo familiar leva-nos, à minha mulher e a mim, ao Reino Unido, onde contacto diretamente alguma imprensa (The Daily Telegraph e Guardian). Destes jornais respiguei, entre outros, três aspetos, do momento.
1. Crise de abastecimento e moral das tropas americanas
Cinquenta e dois anos passaram desde aquele dia 25 de abril de 1974. Muito já foi dito e bastante escrito. Mas para quem, como no meu caso, nasceu depois desse dia 25 de abril de 1974, a memória torna-se algo mais difusa.
Se não faltam crónicas e relatos do que aconteceu nas ruas de Lisboa, no Quartel do Carmo, em Santarém, a verdade é que, no Nordeste Transmontano, muito estava ainda por dizer.
E isso ficou bem patente depois de uma conversa, à mesa, com o historiador militar brigantino, Abílio Lousada.
Desculpem-me por chamar República de Abril à nossa III República (desde 26 de Abril de1974). Nenhum outro nome expressa tão bem a beleza das flores de Abril e as promessas da Primavera.
De 24 de abril a 2 de maio ocorrem as novenas, que antecedem a Festa da Invenção da Santa Cruz, domingo 3 de maio, de 2026, promovidas pela Confraria do Senhor Jesus de Cabeça-Boa, Samil, Bragança.
A sala de aula contemporânea é, talvez, o reflexo mais fiel e visível da transformação demográfica e social que o país atravessou nas últimas décadas. Onde outrora víamos rostos e sotaques relativamente uniformes, hoje encontramos uma tapeçaria riquíssima de origens, línguas, etnias e capacidades. No entanto, esta promessa de uma “escola para todos”, consagrada na lei e nos discursos políticos, enfrenta um obstáculo severo e cada vez mais incontornável: a gritante falta de meios humanos e materiais para tornar a inclusão uma realidade vivida, e não apenas um conceito burocrático.
Em Bragança, como na maior parte das outras escolas do país, a sala de aula já não é o espaço previsível que durante anos julgámos conhecer. Hoje, entrar numa turma é encontrar ritmos diferentes, atenção desigual e necessidades que não cabem num modelo único. É uma mudança que se sente no dia a dia, nas conversas com colegas, nas perguntas dos pais e nas reações dos próprios alunos.
Permito-me incluir três textos em exergo (exploratórios):
Primeiro: «É um pequeno passo para [um] homem, um salto gigante para a Humanidade». – Neil Armstrong ao pisar na Lua em 20 de julho de 1969, missão Apollo 11.
Segundo: «Ser ignorante do passado é como ser uma criança para sempre». – Cícero, 106 a.C. - 43 a.C.
Terceiro: «O respeito pela Humanidade começa exatamente em cada um de nós. Sem o respeito pela individualidade e personalidade de cada ser humano, seja ele qual for, não há nada começado neste mundo.» – Almada Negreiros, Ensaios 1º Vol. p. 13.
Noticiou, na semana passada, a revista Sábado, que as indemnizações a serem pagas pela Igreja Católica às vítimas de abusos serão taxadas pela Autoridade Tributária em sede de IRS. Ou seja, serão encaradas como um qualquer rendimento e serão cobrados impostos por isso.
Na vagarosa Mindelo, dolente e pacífica capital cabo-verdiana, onde os cães se sentam pacificamente nas ruas, sem se incomodarem com quem calcorreia os passeios, exceto se uma cadela no cio os leva a alvoroçar toda uma esplanada de turistas ou um inesperado líder canino os incentiva a uma corrida desenfreada no areal da Baía das Gatas, na Mindelo solarenga de cores pastel onde o vento se passeia, sem cerimónias esquadrinhando o Quintal da Artes onde a veia artística se espraia em pequeníssimas lojinhas térreas e sem outras condições que a pura imaginação indígena expressa em obras de puro e
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