A coexistência pacífica
O Papa Francisco em “O Espírito da Quaresma e da Páscoa”, afirma que “[…] Na vida apressada que levamos deve ter-se a coragem de parar e escolher. […] Persiste o risco de aceitar passivamente determinados comportamentos, sem nos surpreendermos perante as realidades tristes que nos circundam”.
Perante estas afirmações, creio devermos ter em conta que, enquanto somos forçados a suportar o medo e a ansiedade com que esta vida constantemente nos perturba, não será demais parar, escolher e decidir.
