A consequência esperada
Nas últimas semanas têm sido notícia as filas intermináveis nas urgências e consultas dos hospitais dos grandes centros urbanos, a falta de vagas nas escolas públicas e a escassez de professores, particularmente sentida na região de Lisboa. O hospital Amadora-Sintra, por exemplo, foi projetado para servir 300 mil pessoas mas já é procurado pelo dobro.
Estes são sintomas de um problema mais profundo: a concentração excessiva da população numa estreita faixa do litoral. Um resultado há muito esperado, tendo em conta as políticas de concentração que há décadas vêm sendo seguidas.
