Pe. Estevinho Pires

“Quando nos voltarmos a encontrar”

Há tantas coleções como interesses pessoais. As que mais aprecio são as que ajudam a preservar a memória coletiva e, que edificam as pessoas. Isto para falar de um livro que colige panegíricos, que usam a gratidão, como que usa uma ciência que pode mudar vidas e influenciar pessoas. Falo-vos de um livro e de um amigo, “Quando nos voltamos a encontrar”, de Júlio “Fagus”, 2025.


Promoção da arte e dos artistas evita “embirrices” e desencontros nas Igrejas

É uma falha nossa, e das nossas estruturas [Dioceses, Paróquias, Arciprestados, Unidades], que nos Planos Pastorais, ou na ausência deles, não se preste a devida atenção aos Coros, aos Concertos e à Animação Cénica em geral, nas nossas igrejas.
A atenção e o cuidado para com a promoção da arte e dos artistas evita tantas normas desnecessárias e mal-entendidos, “embirrices” e desencontros, de profissionais da música e presidentes de assembleia, na hora de escolher os repertórios.


Estudo do São Bartolomeu, sem febre de passadiços

Há um “estudo/ projeto de valorização paisagística do Monte São Bartolomeu”, de dezembro de 2010, do GAUTL - Gabinete de Apoio da Universidade Técnica de Lisboa, da responsabilidade do Professor-Doutor Sidónio Pardal e da sua vasta equipa técnica, que o Município apresentou publicamente na comemoração dos 547 anos de Bragança Cidade, no dia 21 de fevereiro de 2011.


"Manual de boas práticas em espaços verdes" ou Bragança amiga do ambiente

Ao livro que não se aponha nenhum outro critério, como sugere Óscar Wilde, que não seja o da boa ou má escrita e assim, na linha de Hermann Hesse, os melhores são para compreender e cativar, ou por outra para juntar ao rol dos amigos e bem sabemos que os há influentes, para ajudar a mudar o rumo da sociedade, pró bem e pró mal.


Investir no São Bartolomeu

“Se não influenciarmos, liberaremos as pedras para que solucem nesta brigantina penha”.
O São Bartolomeu merece um ambiente cuidado, seguro, atractivo e moderno. O “Miradouro por excelência da cidade de Bragança”, espaço privado de utilização coletiva, necessita visitas regulares de equipas de manutenção e limpeza e:
1.     melhorar e alargar o sistema de iluminação do planalto;
2.     sanitários de funcionamento permanente, pontos de água e bebedouros.
3.     videovigilância para segurança interna e deteção de incêndios;


Os escuteiros e o Monte São Bartolomeu

O CNE - Corpo Nacional de Escutas, nascido em Braga a 27 de Maio de 1923, a 6 de junho de 1924 dava os primeiros passos em Bragança. “O contacto com a natureza como forma de educar as crianças, os adolescentes e jovens é uma característica do escutismo e um dos elementos fundamentais, desde as suas origens”.
Em dezembro de 1925 A Flor de Lis, órgão informativo do CNE, noticiava um passeio ao São Bartolomeu de Bragança pela pena de um dos seus escuteiros:


Assinaturas MDB