Pe. Estevinho Pires

Confessar-se, ou dormir com pílulas?

Toca o telefone …
- Olá Pe. Hérmino, como vai o Senhor?
- Viva Sr. Capelão, estou deitado, na maca da diálise.
- Será então que podemos falar hoje um pouco mais sobre as confissões? Pois ainda temos que dizer e, como dizia “Ludwig Wittgenstein”, que “o que se pode dizer pode ser dito claramente. E aquilo de que não se pode falar tem de ficar no silêncio”. E, nós só "contamos o milagre, não revelamos o nome do santo".


Dai-nos trabalho!

Neste larguíssimo tempo que levamos de pandemia, menos gente nas igrejas, sinto particular necessidade de fazer deste lugar, o meu canto da proclamação da Palavra. Paroquianos retidos em casa e, todos vós de boa vontade, que me ides prestando atenção semanalmente por aqui, já sois muitos, a todos agradeço, bem como a diretor deste jornal, que me deixou montar a banca nesta praça.


Pelas Almas do Purgatório

No escritório toca o telemóvel.
- Viva Pe. Estevinho sou o Rocha, como vai? Tem falado com o Pe. Hérmino?
- Viva lá Pe. Rocha, eu estou bem, graças a Deus. Falei ainda ontem com o Pe. Hérmino estamos a escrever um artigo sobre as Almas do Purgatório.
- Fantástico […] que tema tão importante! Continuem!


Avós, netos e, o anjo da guarda.

Toca o telemóvel, do outro lado, o colega amigo Pe. Hérmino Ferreira.
- Olá Estevinho! Estou prá aqui todo contorcido e, telefono-te pra ver se engano a dor. Estava a pensar nos meus avós, pois fui criado por eles até aos 7 anos e, a recordar como me foram importantes na transmissão da fé! Lembrei-me de uma oração que aprendi com eles no final dos anos 40: “Santo anjo do Senhor, meu zeloso guardador, já que a ti me confiou a Piedade Divina, sempre me rege, guarda, governa e ilumina, Amém”.


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