“Quando nos voltarmos a encontrar”
Há tantas coleções como interesses pessoais. As que mais aprecio são as que ajudam a preservar a memória coletiva e, que edificam as pessoas. Isto para falar de um livro que colige panegíricos, que usam a gratidão, como que usa uma ciência que pode mudar vidas e influenciar pessoas. Falo-vos de um livro e de um amigo, “Quando nos voltamos a encontrar”, de Júlio “Fagus”, 2025.
