Quando a manta é curta, vender ilusões, não.
Depois de, nas últimas décadas, a generalidade dos povos terem optado por viver exclusivamente em função das preocupações do seu dia a dia, sem gerir o presente em função do futuro, a continuidade da humanidade acabou por se tornar escrava das suas próprias opções e ficar refém do drama da insegurança e das incertezas que estão à vista de todos, humanidade esta que, mais depressa do que seria de imaginar, esperemos bem que assim não seja, poderá terminar arrasada por uma hecatombe dantesca, de dimensões e consequências nunca sonhadas, que não deixará ficar pedra sobre pedra de tudo o que se
