F. Costa Andrade

Membro do MPN, CPLGSP e ONE

Mentiras para todos os gostos e para todos os fins. É só escolher, minha gente!

No campo da mentira, como costuma dizer-se, há de tudo como na farmácia.
Desde a mais remota antiguidade até aos nossos dias, há mentiras antigas, modernas, grandes, pequenas, políticas, religiosas, maléficas, piedosas, santas, celestiais e infernais, mentiras populares, brejeiras, inocentes, anedóticas, ideológicas, científicas, filosóficas, até toda uma parafernália de baboseiras e idiotices, que são uma falta de respeito e um atentado criminoso ao bom nome a que todas as pessoas têm pleno direito.


Verdade e vergonha na política, ficavam bem, e a gente agradecia

O espetáculo degradante que a generalidade da classe política, no passado dia oito de setembro, teve a lata e o despudor de oferecer ao país, tanto na audição ao ministro do MAI, como, e muito especialmente, na apresentação, discussão e votação da moção de censura ao governo, foi de um nível tão reles e tão baixo, que devia fazer corar de vergonha, mas para isso era preciso que eles a tivessem, a generalidade dos autores e dos atores desta espécie de comédia bufa levada à cena na casa da democracia.


Acolher imigrantes? Sim, mas assim não! (2)

Se bem que a atual crise das migrações se faça sentir, ainda que com maior ou menor acuidade, um pouco por todo o mundo, no caso concreto da europa ocidental, e duma maneira especial em países da costa mediterrânica como Portugal, Espanha, França, Itália e Grécia, este fenómeno, que não se confina exclusivamente a estes destinos, continua a crescer a um ritmo cada vez mais rápido, que se não for rápida e eficientemente controlado, nada de bom trará, tanto para os próprios migrantes, como para os países de origem e para os países que os acolhem.


Incêndios em Trás-os-Montes A fúria do inferno à solta na última semana de julho

Para não o considerar isto irracional, estamos perante um fenómeno difícil de compreender e explicar porque é que os incêndios do verão, na sua grande maioria começam sempre nas zonas centro e/ou sul do território nacional, e depois aparecem no norte, com fúria redobrada, reduzindo a cinzas tudo o que lhes aparece pela frente.


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