O bode mais infeliz é o expiatório
Nos anos 50, no Liceu Camilo Castelo Branco, em pleno 5º ano do ensino secundário, tocou a campainha para terminar as aulas da manhã. Como era habitual, vinha toda a malta a fugir para ir para casa.
A um dado momento, uma rapariga na corrida, tropeça nas minhas pernas e mergulha no cimento, estatelada e a chorar. Tinha feito um galo na cabeça e algumas escoriações nas mãos. Foi levada dramaticamente para a sala, onde lhe trataram das feridas.
