Jorge Novo

Sem agricultores não há comida

Uma verdade como um punho! Para haver comida tem de haver agricultura e quem se dedique a ela e dela viva, deve ser tratado com a dignidade máxima e valorizado devidamente o seu labor.
Para nós que somos ligados à terra, que gostamos de ver as vinhas a produzir, as árvores a dar fruto, os animais alimentados e que temos, da agricultura e dos produtores de animais, a experiência da dureza e do enfrentar as adversidades, assumimos perfeitamente que assim tem de ser.


A teoria de Schrödinger e os candidatos a Deputados

Esta teoria da sobreposição na física quântica indica que, até que ocorra uma observação e alguém abra a caixa, o gato está vivo e morto ao mesmo tempo, numa sobreposição de estados.
Se quisermos, de modo figurado, aplicar esta teoria na eleição de deputados para a Assembleia da República, poderíamos referir que só depois da avaliação do seu mandato finalizado, é que poderemos obter uma apreciação fundamentada, positiva ou negativa, do exercício das suas funções.


A escassez de competências

Entrados em 2024, com expetativas positivas e determinadas de mudança para melhor, como sempre acontece no dealbar de um novo ano, importará que façamos de tudo para colmatar as lacunas e para impulsionar as estratégias de melhoria de vida, quer individual quer coletiva.
Assim sendo, entre outras áreas de mudança, assinalada pela Comissão Europeia e por si proposta e aprovada como tema para o Ano Europeu que se encontra na reta final, pois termina a 08 de maio de 2024, deparamo-nos com a questão das Competências.


Da essência do Natal

O Natal faz-nos voltar o olhar para o Céu para aprender um pouco mais e melhor a aconchegar O Menino, como se faz com um filho.
Este pode ser, no itinerário que cada um de nós faz de descoberta do significado mais profundo e essencial da própria celebração do nascimento de Jesus, aquele que é mais consequente e até coerente.


Não se pode ter tudo

Quase para todos, sobretudo na infância, foram sem conta as vezes que os nossos pais nos repetiram este título.
Pretendiam transmitir-nos as dificuldades que a vida nos vai presenteando e, sobretudo, a exigência de escolhermos o fundamental, de aprendermos a distinguir o essencial do acessório, de sabermos compreender o que mais falta nos faz.
Aos dias de hoje, pela idade ou pela experiência de vida vamo-nos apercebendo que efetivamente os nossos progenitores tinham mesmo razão.


As cidades médias e os problemas emergentes

Muito se tem falado, parecendo mesmo um tema da moda, do despovoamento das zonas rurais do Interior do nosso País e as suas implicações e consequências negativas que dele resultam.
Este fenómeno que parece não só assolar o nosso Pais, ou o país vizinho, mas inclusive a maior parte das zonas rurais da Europa, merece, especialmente por estes dias em que se debatem os Planos e Orçamentos, quer nacional quer autárquicos, que nestes documentos se façam reflitir estratégias e a congregação de meios e recursos para o resolver.


Ainda vamos a tempo

Não são sinais positivos, de todo, aqueles que temos assistido, provenientes de várias latitudes europeias, pela evidência de intolerância, facciosismo e radicalismo.
Têm sido aliás bastante mediatizadas algumas manifestações e ataques de diversa índole que originam, seguramente, a vivência de uma atmosfera de apreensão não só quanto ao presente, mas sobretudo relativamente ao futuro, pois remetem para um clima de incerteza, medo e insegurança.


Há alternativa ao castanheiro?

Começou a época da apanha das castanhas, o ouro das terras entre Bragança, Vinhais e Chaves, que este ano, tudo o leva a crer, não movimentará tantos milhões de euros.
Isto porque, como deixa em evidência a paisagem de soutos, os castanheiros apresentam-se com ouriços não desenvolvidos, pequenos, mal abertos, e com castanhas algo mirradas que com certeza originarão dificuldades para a sua comercialização e consumo.


Um novo capítulo

É praticamente impossível iniciar o ano letivo abstraindo-nos da grave crise que vive a Escola, em Portugal, pela falta de professores.

Imagino mesmo os alunos e pais e encarregados de educação perguntando aos Diretores o que estes estão, podem ou pensam fazer para resolver tal insuficiência, os quais, submersos pela realidade desprovida de soluções, afirmam - “nada”!
Até em EMRC se presencia uma falta angustiante de professores...


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