Saímos de casa convencidos de que havemos de voltar. Ficamos de telefonar mais logo, adiamos uma conversa para o jantar, fazemos contas ao que ainda falta cumprir. É dessa confiança discreta que se fazem os dias. Até que uma notícia nos lembra, com uma violência para a qual nunca estamos preparados, que o regresso não está garantido.
A opinião de ...
De há uns meses a esta parte, e cada vez com mais frequência, estão a verificar-se, um pouco por todo o país, tentativas de extorsão de verbas entre os trezentos e os quinhentos euros, tendo como alvos principais as condutoras e os condutores mais idosos.
Escrevo esta crónica no momento em que decorre o processo eleitoral no País irmão. Sim, País Irmão. Processo que diz respeito somente aos brasileiros. Todavia, com reflexos na identidade fraterna dos nossos Povos, sendo razoável apresentar algumas brevíssimas notas.
– Preto! – foi a resposta instintiva do imigrante, contando as moedas na palma da mão quando o dono da loja de fotografias lhe perguntou como queria a fotocópia. Estive pouco tempo neste estabelecimento, mas, pelo que pude observar, facilmente apostaria que o negócio atual passa muito mais pela impressão e fotocópia de documentos do que pela revelação de fotografias.
Cumpre-se um ano sobre o encerramento de uma campanha eleitoral-autárquicas 2025/29- e da subsequente vitória eleitoral do PS, que marcou o futuro político de Bragança!
A 10 de Outubro- dia do meu aniversário- no comício de encerramento de campanha do PS, em Rebordãos, aquele cumprimento da cabeça de lista, efetuado no palanque, a cada um dos elementos da lista da Câmara, mas negado, declarada e ostensivamente, ao n.º 2, à vista de todos, não foi um mero detalhe anedótico, nem uma questão de melindre pessoal.
Até porque, repetível aos dias d´hoje!
O Recolhimento das Oblatas do Menino Jesus, foi construído junto à ermida/igreja do Loreto, local também conhecido por campo das Beatas. A ermida, data do século XVI, foi construída por volta de 1535, pelo padre Manuel Corvo, natural de Bragança, frade no convento de S. Francisco. Retirou-se da clausura para fundar uma ermida a Nossa Senhora, em terreno dado por Manuel Gomes Correia, fora de portas, e aí seguir a vida contemplativa. Nesta altura a urbanização da cidade ainda não tinha atingido a atual Praça da Sé, ou praça do Colégio dos Jesuítas.
Na intenção de oração para outubro, o Papa Leão XIV pede uma Igreja que integre a saúde mental na sua pastoral, combatendo o estigma e acompanhando, sem julgamentos, quem sofre. “Faz com que a tua Igreja seja uma casa aberta, um espaço seguro onde todos tenham lugar”, assinala o Pontífice.
Há lugares que ajudam a compreender melhor aquilo que somos. O Convento de Balsamão é um deles. Situado em Chacim, no concelho de Macedo de Cavaleiros, é simultaneamente espaço religioso, património cultural e lugar de encontros. A presença dos Marianos em Balsamão remonta a 1754. Um lugar marcado pela espiritualidade, pela história e pela paisagem, que nos convida à reflexão e à memória.
A Catedral de Bragança completou 25 anos. É uma idade jovem para um templo desta natureza, sobretudo quando comparada com os séculos de história de outras catedrais portuguesas. Mas, por detrás desta juventude, existe uma espera muito antiga. A catedral teve um parto difícil, atravessando gerações, projetos, promessas e obstáculos até ganhar o lugar que hoje ocupa na cidade e na vida da diocese.
ara que conste, começo por cortar de raiz toda e qualquer intenção, tácita ou explícita, de menosprezar a brilhantíssima carreira do futebolista madeirense, senhor Cristiano Ronaldo.
Analisar a Escola como Organização é tão motivador como surpreendente. Descobrimos nela facetas que julgaríamos impossíveis sem um estudo aprofundado e labiríntico, face às maravilhas que os amantes distraídos nos contam sobre ela. A Escola tem muitos lados ou facetas ou dimensões, na linguagem dos avaliadores. Nela encontramos tudo, desde a poesia mais bela aos horrores do desprezo humano total. Só não encontrei nela o assassinato físico (graças a Deus). Mas convém que mantenhamos esta ficção da Escola como o lugar projectivo da grandeza e do amor pelo nosso futuro.
De acordo com a definição saída da Convenção Europeia da Paisagem, realizada em Florença em 2000 e ratificada por Portugal em 2005, “paisagem designa uma parte do território, tal como é apreendida pelas populações, cujo carácter resulta da acção e inter-acção de factores naturais e/ou humanos”.
Se Gil Vicente, escritor do século XVI, é tido como o pai do teatro português, no século XIX, Almeida Garrett foi o seu maior impulsionador, tendo em conta os seus projetos da Inspeção-Geral dos Teatros e Espetáculos Nacionais, da construção do Teatro Nacional D. Maria II e da criação do Conservatório-Geral de Arte Dramática.
Contam-se algumas peças dramáticas deste multifacetado escritor que, por variadas circunstâncias da vida, se viu forçado a exilar-se.
A sala de atos da União de Freguesias de Felgar, em Torre de Moncorvo, acolheu no dia 3 as XXIX Jornadas Culturais de Balsamão. No evento, apresentou-se o mapeamento do património mariano na Diocese de Bragança-Miranda, baseado num estudo, apresentado nestas mesmas Jornadas, por D. José Cordeiro no ano de 1998. Os dados revelam uma realidade expressiva: o território contabiliza 143 edificações marianas e 43 invocações distintas nas 320 paróquias locais.
233 anos de ambição, seis projetos conhecidos, um dos quais com obra iniciada e outro concluída, sete bispos envolvidos e outros tantos locais equacionados. Eis os meandros das ‘sete partidas’ da materialização de Catedral em Bragança, sonhada em 1768 e consubstanciada em 2001.
No sábado, Alfândega da Fé acolheu um acontecimento que, para muitos, quase passou despercebido mas que para o coração da diocese foi marcante e impactante.
O I Encontro de Missionários Digitais encheu o auditório da vila ao longo da tarde e reuniu mais de três mil pessoas no concerto do Pe. Guilherme, que se seguiu. Mais gente do que a população da própria vila, que tem perto de 2500 pessoas, num concelho que totaliza cerca de 4500 habitantes.
Houve um tempo em que um reino se estendia entre o mar e a montanha.
Junto ao oceano erguia-se um grande farol. Todas as noites, o Faroleiro acendia a sua luz para guiar os navios até ao porto. Graças a essa luz, os mercadores chegavam em segurança, as embarcações enchiam o cais e o reino prosperava.
O Rei admirava o Faroleiro.
— A tua luz traz riqueza ao reino. Sem ela, os navios não encontrariam o nosso porto.
Longe dali, no alto da serra, vivia o Guardião da Montanha.
Quem está minimamente informado com o que se passa na região de trás os montes , tira rapidamente as seguintes conclusões relativamente à mobilidade ferroviária .
No 1 de abril de 2007, quando fez precisamente 100 anos que Vila Real pela primeira vez, com alvoroço, acordou com o apito de uma locomotiva .
Era uma sensação nova para os vilarealenses .
Claro que, com o passar dos anos , o som tornou- se muito rotineiro e tornou- se de uma vez por todas no quotidiano "vilarealense" e nele ganhou lugar cativo .
Em matéria de educação, há questões que preocupam os portugueses, agora e sempre, que enumero, sem ser exaustivo: a escassez crítica de professores e baixas médicas, as infraestruturas sistémicas em falta, a fusão de ciclos, o desempenho escolar traduzido na baixa proficiência em muitas disciplinas (Matemática e Português, por exemplo), a avaliação das aprendizagens, os salários, o stress, os comportamentos dentro e fora da sala de aula.
Morreu a bombeira Maria João Carneiro, atingida pela queda de uma árvore de grande porte, quando se encontrava a combater um grande incêndio florestal.
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