A Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, teve de pôr de lado a dieta que vinha fazendo para engolir um grande e valente sapo.
Depois de ter dito, em abril, uma coisa sobre a localização dos meios aéreos de emergência do INEM, veio agora, a 03 de junho, desdizer-se e afirmar precisamente o contrário.
O problema: ambas as intervenções estão registadas em vídeo (que pode ver no site do Mensageiro de Bragança) e são clarinhas como a água.
A opinião de ...
A Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), mais do que “religião e moral” é “uma formação para vida”. Tem sido gratificante verificar que cada vez mais Alunos e Pais e Encarregados de Educação assim se tem referido à EMRC, reconhecendo o seu valor.
Sendo os partidos constituídos, essencialmente, por militantes de onde emergem os quadros dirigentes e as estruturas diretivas, até que ponto estes condicionam e são condicionados por aqueles? Pode um militante ver-se constrangido na sua livre atuação pela condição de pertença a um partido e, subsequentemente, pode a atuação de um membro responsabilizar o grupo a que pertence e/ou limitar o âmbito da sua existência e atuação?
Vivemos na era do analgésico. Se nos dói a cabeça, tomamos paracetamol, se a alma pesa, recorremos à “espiritualidade paliativa”. Como utentes do mercado existencial, promovemos uma autêntica anestesia na sacristia, convertendo o Evangelho num produto de bem-estar, zero calorias e sem conversão profunda.
A história da Ciência é feita de descobertas extraordinárias, mas também de vidas marcadas pela audácia científica e uma resiliência inabalável perante as contrariedades. Poucas cientistas personificam tão bem esta realidade como Maria Goeppert Mayer (1906-1972), uma mulher que ajudou a desvendar os segredos mais profundos da matéria enquanto trabalhava literalmente na sombra.
Nos últimos tempos, tem havido diversos debates sobre aspetos diferentes de projetos que serviriam a região. Desde aspetos da saúde (ainda a questão dos helicópteros), passando pela mobilidade (ligações a Espanha, sendo rodoviária até à Puebla de Sanábria, seja por via férrea até Zamora), pelo regadio, agricultura, gestão das florestas, etc.
A questão é que há muito deixou de se ouvir uma voz em uníssono, dos vários responsáveis políticos da região, nomeadamente autarcas.
A 5 de Junho, comemora-se o Dia Mundial do Ambiente, e neste âmbito a DECO reforça que consumir de forma consciente é um ato de cidadania. Ao escolher melhor, está a proteger o ambiente, a poupar recursos, poupar dinheiro e a contribuir para um futuro mais justo e sustentável.
A Humanidade é Sublime. Eis a melhor tradução que encontrei para o título da primeira Encíclica do Papa Leão XIV (Despacho de 15 de Maio, apresentação de 27 de Maio de 2026) afirmando a supremacia do humanismo, da cultura e da inteligência humana sobre a Inteligência Artificial (IA).
Há pessoas que vou conhecendo, algumas com profundidade, outras momentaneamente, todavia sempre de forma marcante. Ocorrem-me, tento recordá-las. Tantas são. Algumas, vivas ou desaparecidas, constam de crónicas que escrevi neste Jornal, ou fazem parte da minha obra literária.
É das vivas que escrevo hoje. Quatro. Diferentes.
Em linha de conta com as considerações genéricas, feitas na semana passada sobre a melhor maneira de enfrentar o inevitável envelhecimento, hoje volto ao mesmo assunto, com especial incidência e atenção para as últimas décadas da vida dos humanos, a chamada terceira idade, que, normalmente, começa por volta dos sessenta anos de idade.
Em termos genéricos, é nesta década que a quase totalidade das pessoas atingem a idade da reforma, a qual, para não ficarem sem pé do dia para a noite, deve ser atempada e cuidadosamente preparada.
Sem ruído, sem palco, sem reivindicação, sem o verniz useiro de certos clérigos. Assim recordo Aníbal João Folgado (1926-2010), o cónego Aníbal Folgado, nos finais da década de oitenta e nos primeiros anos da década seguinte. Para mim, foi um tempo alegre e feliz, como se tudo fosse intemporal e possível. Quase me convenço de que sou capaz de o descrever com pormenor forense. Digo quase, porque hoje, tenho a certeza de cada vez menos coisas.
A Feira do Livro devolveu a Bragança algo maior do que livros, devolveu-lhe o gesto de afirmar que, neste interior profundo, também se lê, também se escreve, também se pensa, também se resiste. A Feira acendeu luz onde tantas vezes se supõem espessas sombras. Trouxe ficção, história, poesia, ciência, e trouxe, sobretudo, participação. Num país tantas vezes puxado para o litoral, lembrou que o interior não é margem, é centro de vida.
Em pleno mês de maio assistimos, por estes dias, o termómetro a subir para temperaturas próximas dos 40 graus. Uma onda de calor que atravessa toda a Europa e que também chega a Portugal, fazendo lembrar o que aconteceu há apenas dois anos.
Em 2024, o mês de maio também trouxe um calor inusitado para a época primaveril que se vive nesta altura do ano.
Os especialistas alertam que fenómenos como este serão cada vez mais frequentes e cada vez mais duradouros.
Quando o Governo insiste, quiçá espicaçado pela oposição interna, na tentativa de aprovação do já célebre Pacote Laboral, quando não se percebe muito bem com quem o irá fazer, na Assembleia da República, a fazer fé nas declarações dos partidos que o podem viabilizar, a inefável Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho veio esclarecer que a culpa da falta de entendimento em sede da Concertação Social era… do Presidente da República.
Frei Bento Domingues utilizou, na sua crónica dominical de 17 de Maio (jornal Público), o título “As preocupações de Leão XIV”. Coloca o Papa algumas questões atuais e perturbadoras: «De onde vimos? Onde estamos como cristãos?» E recorda uma figura histórica-religiosa-espiritual, exemplo para crentes e não crentes. Todos aceitamos Francisco de Assis como exemplo de humanidade e de humildade.
Sempre que alguém perguntava ao professor Adriano Moreira, uma das mais brilhantes figuras públicas da história recente do nosso país, quantos anos já tinha, a resposta era sempre a mesma:
“Meu caro senhor, os anos que ainda me restam para viver, também eu gostaria muito d saber. Nesta fase da minha vida, a única coisa que sei e posso dizer-lhe, é o número dos anos que já gastei”.
Estatisticamente falando, de acordo com os dados de que dispomos, é comumente aceite que, enquanto as mulheres vivem até aos oitenta e oito anos, os homens vivem apenas até aos oitenta e seis.
Num tempo em que quase tudo se substitui, o gesto mais raro talvez já não seja reparar o que se partiu, mas permanecer diante daquilo que quase todos deixaram de acreditar que ainda pode ser salvo.
Fernando Távora, que contribuiu de modo notável para redefinir os termos da prática da Arquitectura em Portugal na segunda metade do século XX, precisou de pouco mais de meia dúzia de páginas para nos ensinar aquilo que realmente importa na disciplina.
Fernando Távora, que contribuiu de modo notável para redefinir os termos da prática da Arquitectura em Portugal na segunda metade do século XX, precisou de pouco mais de meia dúzia de páginas para nos ensinar aquilo que realmente importa na disciplina.
QUESTÃO-“…em determinadas situações, face à natureza e montante dos respetivos rendimentos, há contribuintes que ficam dispensados de entregar a declaração de rendimentos modelo nº. 3 de IRS …”
Oferta para Assinantes
