Henrique Ferreira

Professor

Eleições autárquicas: IV – a grandeza dos eleitos locais

Ser eleito autarca é o maior prémio da democracia representativa. É, no momento do voto, ser percebido como capaz de representar o povo real e de resolver ou ser capaz de contribuir para a solução de problemas concretos. É ter a certeza de que, no momento do voto seguinte, em caso de recandidatura, a votação vai funcionar como avaliação permitindo uma reflexão sobre os êxitos e os fracassos.


Eleições autárquicas: (3). O muito que há ainda para fazer

Uma das principais virtudes da centralização, política e administrativa, é a construção de um país mais ou menos homogéneo em termos de lançamento de programas de acção/construção/transformação do território e dos serviços.
Até 2022, as possibilidades de intervenção municipal foram crescendo em termos de atribuições (áreas de intervenção) e competências (poderes de decisão) em seis fases: 1976-1984; 1984-1997; 1997-2013; 2013-2022; e desde 2022.


Eleições locais: (1) O Poder da proximidade

Não há eleições que mexam tanto com a vida diária dos cidadãos como as autárquicas (município e freguesia). Cerca de 40.000 candidatos, no total do país, apresentam-se a escrutínio oferecendo os seus préstimos para resolver problemas, ou no município ou na freguesia, em troca de notoriedade, prestígio, rendimento pessoal, autorealização ou, pura e simplesmente, sentimento do dever cumprido.
Hoje, 12 de Julho, faltarão apenas 90 dias para as próximas eleições autárquicas, em 12 de Outubro de 2025.


Museu dos Templários e da Identidade Nacional inaugurado em Macedo de Cavaleiros

A Associação Terras Quentes, criada em 2002 como associação para a investigação, defesa e promoção do património cultural, histórico, arqueológico, etnográfico, natural e artístico, inaugurou o quarto museu em Macedo de Cavaleiros, o Museu dos Templários e da Identidade Nacional, depois dos museus de Arqueologia, de história militar Martim Gonçalves de Macedo e de Arte Sacra.


Assinaturas MDB