Uma das principais qualidades de uma verdadeira Democracia é permitir reavaliar, de forma organizada e periódica, os destinos da Nação.
Consequentemente, com a maturidade própria advinda de 50 anos de democracia portuguesa, os portugueses, no próximo dia 10 de março, terão uma nova oportunidade para decidir, em consciência, que rumo deve ter o nosso País.
A opinião de ...
Terminou a pré-campanha e começou a campanha eleitoral. Na campanha eleitoral continua a manifestar-se a sensação de bipolaridade traduzida por: os bons estão de um lado e os maus do outro; os competentes estão de um lado e os incompetentes do outro; os experientes em governação estão de um lado e os inexperientes do outro; os que querem o desenvolvimento do país estão de um lado e os que não querem estão do outro.
Lembrando o proverbio “Logo se vê na aragem quem vai na carruagem”, a não ser que durante o resto da campanha eleitoral, os partidos tenham um rebate de consciência que os faça parar para tentar corrigir a inutilidade de tudo quanto disseram nos fastidiosos meses da pré campanha, fatalmente, esta poderá ser a realidade, nua e crua, com que o país poderá ser confrontado na noite do próximo dia dez de março, quando forem conhecidos os resultados das eleições dos quais, em tese, não está excluída a hipótese da repetição das eleições.
QUESTÃO:-“…Prazos a cumprir até à entrega da declaração modelo 3 de I.R.S.…”
É noite. São talvez vinte e uma horas.
Depois de lauto jantar e de uma enorme confusão,
Tal como, às vezes, acontece por lá,
O senhor Joaquim
Está sentado no sofá, despreocupado e sozinho,
A olhar a televisão.
Como não vê a telenovela, a mulher, resmungando,
Foi para outra sala vê-la.
A filha, a Manuela,
Que detesta aquele argumento e aquele guião,
Fechou-se no quarto dela
E ligou para ver o Festival da Canção.
Da obra O Erro de Descartes – Emoção, Razão e Cérebro Humano, de A. Damásio, cito: «Quase nunca pensamos no presente e, quando o fazemos é apenas para ver como ilumina os nossos planos para o futuro. Estas palavras perspicazes são de Pascal, que concluiu que o presente praticamente não existe, ocupados que estamos a olhar para o passado para planear o que se segue daqui a um instante ou num futuro remoto».
Andamos sempre a correr a fazer planos, num processo esgotante e incessante, e pouco ou nada raciocinamos para bem decidir.
Cada vez mais se percebe menos o que cada partido defende durante a campanha eleitoral para as Legislativas. Com três atos eleitorais em menos de seis anos (2019, 2022 e 2024), à razão de uma campanha a cada dois anos, tem-se assistido a uma ‘futebolização’ da política.
Correndo o risco de me repetir, aquilo que se vê nas televisões, ouve nas rádios e lê nos jornais nacionais, é a repetição de frases feitas e resposta a perguntas sobre a polemicazinha do momento, com a análise exaustiva do discurso durante as horas seguintes, sobretudo à noite.
Desafios na Promoção dos Talentos Locais:
Na região de Trás-os-Montes, caracterizada por uma natureza única e de tradições culturais distintas, o futebol de formação assume um papel desafiador e uma oportunidade singular. Distante dos holofotes das grandes cidades, as equipas de formação transmontanas enfrentam circunstâncias particulares, moldando jovens aspirantes poderem um dia brilhar nos grandes palcos.
Identidade Marcante:
A espuma desta fase eleitoral deve fazer-nos reflectir. O país não será o mesmo, seja qual for o resultado, complexo ou simples, depois das eleições. E haverá que reflectir não só pelo resultado mas desde já, e sobretudo, por tudo o que levou a que tivéssemos chegado aqui e por tudo o que se tem assistido neste período pré-eleitoral, um quase absurdo que culmina anos de caminhos e medidas políticas desligadas da realidade.
Proximidade às eleições é tempo de promessas e de ilusões. Os candidatos comportam-se como animais predatórios e a «selva» reclama garras afiadas. São muitos os chamados mas poucos os escolhidos. Libertária e neo-burguesa em aspiração, a cultura dos portugueses só reclama a social-democracia, ajudada pela mudança das caras na televisão. Assim tem sido desde há 50 anos.
De acordo com o período eleitoral que estamos a passar, (mais um !), começo este texto lembrando algumas palavras da língua portuguesa derivadas do radical latino “eligere”, como eleger, eleições, eleiçoeiro, “eleiçopatia”e eleiçomanía,as quais, conforme os casos, tanto podme significar a escolha responsável, livre e democrática, por meio do voto, dos mais altos responsáveis pelo governo dos povos, como dos dirigentes dum pequeno clube desportivo de bairro, ou duma pequena associação defensora dos direitos das plantas e dos animais.
Situada na veiga de Alfaião, perto da ribeira do Penacal, no sopé de um castro com vestígios recentes de romanização, a origem da capela supõe-se seiscentista. Frei Agostinho de Santa Maria, na sua obra «Santuário Mariano …» (volume V, 1716, p. 651) anota a sua existência e a grande devoção a “Nossa Senhora das Veygas”, muito “frequentada de romagens”. Mas acrescenta: “não pude descobrir nada dos principios daquella sagrada Imagem, nem da origem daquelle seu Santuario”.
Quando redijo este texto não aconteceu ainda o mais importante dos debates entre os líderes do PS e da AD que poderá condicionar o resultado das próximas eleições e, só por isso, a performance de cada um dos contendores será de enorme relevo para o saldo final da prestação de cada um. Porém, nesta altura, é óbvio, para qualquer observador, minimamente isento, que a grande revelação dos atuais debates é Luís Montenegro. Mesmo levando em devida conta o inexplicável silêncio no debate com o líder comunista.
Como professor de História, já aposentado, todos os dias leio os jornais (sobretudo o Jornal de Notícias) enquanto tomo o pequeno-almoço, o que me mantém informado das notícias do meu querido país e não só…Também sigo as notícias na televisão e em outros meios da comunicação social. Ultimamente tenho ficado muito mais triste com o que nos está a acontecer em Portugal e também no resto do Mundo. Senão vejamos; cada vez há mais falta de professores, ao ponto, de o JN nos dizer que “Professores: Aposentações batem recorde dos últimos 24 anos”.
Esta semana, die 21 de Febreiro, ye l Die Anternacional de la Lhéngua Materna. An todo l mundo i dezde l anho 2000, por einiciatiba de l’UNESCO, este die lhembra que la dibersidade lhenguística i l multilhenguísmo son andispensables al zambulbimiento. L respeito pulas lhénguas i las culturas ye un de ls alheçaces fundamentales ne l faborecimiento de la tolerância i de l respeito puls outros.
Tem sido entretida a campanha eleitoral, com intensos e longos debates nas televisões... entre comentadores, sobre os curtos e vazios debates dos candidatos.
No meio do ruído da discussão, não se ouve nenhum argumento. O problema é que cada vez se discute pior.
Da NATO para o mato, em 1960 o Estado Novo assumiu a inevitabilidade de conflitos nos domínios africanos, assumindo estar em causa a integridade do território e a preservação do regime. A guerra irrompeu a 15 de março de 1961, quando as hordas da UPA de Holden Roberto acometeram as fazendas no Norte de Angola e chacinaram milhares de brancos e negros.
Estamos a menos de um mês das eleições legislativas, cujo resultado está equidistante dum sucesso problemático ou dum fiasco comprometedor.
A distância acabou por ser
Gradual, sistemática, duramente perseguida,
Seguidamente alcançada, firmemente capturada,
Terrivelmente domada, severamente oprimida,
Excecionalmente explorada…
Para, triste, sentida e doente,
Manifestar o desejo de retomar
O descanso que lhe roubámos, paulatinamente!
Utilizámos, além da humana passada,
O autocarro, o comboio, o automóvel,
A bicicleta raiada, o dirigível, o teleférico
E o ronceiro elétrico.
Ao longo dos últimos oito dias, a agricultura no Nordeste Transmontano passou por vários estados de alma, indo do assalto ao sobressalto, até terminar no expectante.
Desde a passada quinta-feira que os agricultores da região deram mostras de uma união pouco comum, uma conjugação de esforços e vontades raras de se ver cá pelo burgo.
A manifestação, que nasceu de um descontentamento generalizado do setor, levou ao ajuntamento de cerca de duas centenas de tratores no coração do distrito e, inclusivamente, ao corte da A4.
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