A opinião de ...

O desenvolvimento de trás os montes a espera de um “aeroporto regional” como afirma a região e outras consideradas relativas a mobilidade, habitação e ferrovia.

Mais um verão chega e a nossa região continua a ser visitada por centenas de pessoas das mais variadas origens, percorrendo- a de lés a lés.
Também o Douro dentro de todas as suas potencialidades, tornando-se talvez, o destino turístico mais requisitado nos tempos que correm neste País em que vivemos.
Neste contexto, as acessibilidades a Trás-os-Montes que só pelo automóvel ou ainda por empresas rodoviárias das mais variadas procedências, o resto está em linha de espera.
Mais: o caminho de ferro da linha do Douro (única existente a funcionar) termina no pocinho, quando deveria chegar até barca de Alva, na fronteira com a Espanha, os nuestros hermanos, estão à espera que isto aconteça, para terem mais uma porta de entrada em Portugal.
Deste modo o introito acima referido tem como objectivos tentar definir que é tempo de se encontrar um aeroporto regional na província de Trás os Montes, o qual poderia para já ser o atual aeródromo; é necessário que o terminal de passageiros existente, fosse equipado com o mínimo de condições que, proporciona-se, um movimento de prováveis 250 passageiros por hora, com a devida assistência aos voos (chegadas e partidas).
Estes voos poderiam se efetuadas durante as horas do dia: das 7 às 19 h no calendário de verão para voos noturnos, os que poderá acontecer numa fase a seguir, é ter de ser encontrado os sistemas preconizados pela ICAO, e que não são só a iluminação da piada, mas também, as s as judas a navegação, aterragem e descolagem e outras de apoio correto a funcionalidade do aeródromo: Diurno e noturno.
E evidente que o aeródromo de Bragança está a atravessar uma fase de atenção dos responsáveis do INAC e de todos os que estão ligados a estas coisas da aviação geral.
Em Trás os Montes, o interesse pelo transporte aéreo e por tudo o que relaciona com o meio aeronáutico, está bem patente com os eventos que vem acontecendo em Mogadouro, com a continuidade do festival “aéreo red burros”, Bragança com os festivais dos caretos e outras actividades que tornam o seu aeródromo um destino muito procurado.
Vila Real de igual modo está na agenda de melhorias do seu aeródromo com as carreiras aéreas diárias para Tires - Cascais e Portimão bem como a sua utilização no treino de missões da força aérea e ainda da aviação geral.
Este ano 2026 que já se encontra a andar, tem aumentado o turismo em Trás os Montes duma maneira difícil de quantificar.
Ainda bem, pois a região merece não ser esquecida, e está pronta para responder aos desafios que diariamente lhe são impostos.
A terminar, torna- se necessária a reativação das linhas férreas do Corgo, Tua e do Pocinho até Barca de Alva.
Os problemas que surgiram com o mau tempo permanente durante os meses de janeiro a março, vem limitar ainda mais as deslocações de poucos habitantes residentes junto às linhas férreas de via reduzida.

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