Quem matou a bombeira Maria João Carneiro? Apresentem-se os reús
Morreu a bombeira Maria João Carneiro, atingida pela queda de uma árvore de grande porte, quando se encontrava a combater um grande incêndio florestal.
Morreu a bombeira Maria João Carneiro, atingida pela queda de uma árvore de grande porte, quando se encontrava a combater um grande incêndio florestal.
No campo da mentira, como costuma dizer-se, há de tudo como na farmácia.
Desde a mais remota antiguidade até aos nossos dias, há mentiras antigas, modernas, grandes, pequenas, políticas, religiosas, maléficas, piedosas, santas, celestiais e infernais, mentiras populares, brejeiras, inocentes, anedóticas, ideológicas, científicas, filosóficas, até toda uma parafernália de baboseiras e idiotices, que são uma falta de respeito e um atentado criminoso ao bom nome a que todas as pessoas têm pleno direito.
O espetáculo degradante que a generalidade da classe política, no passado dia oito de setembro, teve a lata e o despudor de oferecer ao país, tanto na audição ao ministro do MAI, como, e muito especialmente, na apresentação, discussão e votação da moção de censura ao governo, foi de um nível tão reles e tão baixo, que devia fazer corar de vergonha, mas para isso era preciso que eles a tivessem, a generalidade dos autores e dos atores desta espécie de comédia bufa levada à cena na casa da democracia.
Com o período das férias de verão a chegar ao seu fim, a grande maioria dos portugueses, que ainda conseguiram gozar alguns dias de descanso, prepara-se agora para, a semelhança dos anos anteriores, regressar aos seus empregos e reiniciar mais um ano de trabalho, com as mesmas dúvidas de sempre.
Chamo de novo a atenção para a história lamentável e vergonhosa da remodelação dos onze quilómetros da nacional nº 118, que ligam Carção a Vimioso, uma história já mais antiga do que a Sé de Braga.
Se bem que a atual crise das migrações se faça sentir, ainda que com maior ou menor acuidade, um pouco por todo o mundo, no caso concreto da europa ocidental, e duma maneira especial em países da costa mediterrânica como Portugal, Espanha, França, Itália e Grécia, este fenómeno, que não se confina exclusivamente a estes destinos, continua a crescer a um ritmo cada vez mais rápido, que se não for rápida e eficientemente controlado, nada de bom trará, tanto para os próprios migrantes, como para os países de origem e para os países que os acolhem.
Pelas melhores, e infelizmente, também pelas piores razões, o problema das migrações voltou a ocupar as primeiras páginas dos jornais e a merecer honras de abertura em tudo o que é tempo de informação nos canais das televisões.
Passados mais de 18.300 dias do 25 de abril, depois de ver tudo o que vi, ler tudo o que li e passar por tudo o que passei, já seria muito difícil, se não mesmo impossível, deparar-me com alguma coisa capaz de me surpreender.
Para não o considerar isto irracional, estamos perante um fenómeno difícil de compreender e explicar porque é que os incêndios do verão, na sua grande maioria começam sempre nas zonas centro e/ou sul do território nacional, e depois aparecem no norte, com fúria redobrada, reduzindo a cinzas tudo o que lhes aparece pela frente.
