Rogar pragas a um cartunista só se for para fazer a apologia do riso e das suas virtudes
A banda desenhada e o “cartoon” consumiram-me horas à juventude a copiar os meus heróis preferidos, a “Mafalda” [de Quino], Spirou & Fantásio [Tome e Janry], Corto Maltese [Hugo Pratt], o “Lucky Luke” [de “Morris”] e, o “Astérix e Obelix” [de “Goscinny e Uderzo”]. Os “irredutíveis gauleses” e, “o cowboy mais rápido que a própria sombra”, tiveram, durante anos, tela no portão da minha garagem. Estes ícones da 7.ª arte ajudavam as visitas a identificar rapidamente o prédio onde moro, do conjunto de outros seis iguais.
