A opinião de ...

A dureza nua e crua dos números

- A nível mundial, não se perspetiva nada de bom
300 milhões de pessoas estão a viver nas ruas.
1 000 milhões de pessoas estão a viver em casas indignas, tipo bairros da lata.
60 milhões vivem na África em barracas miseráveis.
500 milhões vivem na Ásia em casas sem luz, sem água e sem saneamento.
No Brasil, Lula da Silva encara a hipótese de proceder à extração de petróleo na foz do rio Amazonas antes que R. Trump reivindique a posse das jazidas
– Se mal por lá, por cá…estamos conversados?
No final de 2025 havia 163 000 portugueses a receber o SRI
140 mil jovens não trabalham nem estudam
Os incêndios de 2017 deixaram um rastro de mais de mil milhões de euros.
É cada vez maior o número de casais que, mesmo estando os dois a trabalhar, o seu rendimento já é curto para terem uma alimentação equilibrada, conseguir pagar as despesas básicas como a renda ou a prestação da casa, dos consumos da água, da energia, dos transportes, das comunicações e, não raro e mais grave e ocupante que tudo isto, para pagar as contas na farmácia.
Enquanto mais de 1 400 000 pessoas continuam sem médico de família, em 2025, a despesa do SNS com os medicamentos estabeleceu um novo recorde de 4.417 milhões de euros.
Simultaneamente, as baixas médicas por doença, custaram à segurança nacional mais de mil milhões de euros.

– A fome está de volta a bater à porta a cada vez mais portugueses
Segundo dados recentes, o Banco Alimentar contra a fome está a apoiar com alimentos essenciais mais de 400 000 mil pessoas.
A fome e a subnutrição, situações que, até à bem pouco tempo parecia que estavam definitivamente erradicadas, voltaram em força, e estão afetar um numero cada vez mais preocupante de pessoas, sobretudo de idosos e crianças, coisas que só não vê quem for cego, não quiser ver, ou andar de barriguinha bem cheia.
A juntar a todos estes, não podemos esquecer o numero muito difícil de quantificar, a crescer todos os dias, da chamada pobreza envergonhada, proveniente, na sua grande maioria da que, até há bem pouco tempo, fazia parte da chamada classe média que, sem que nada tivessem feito para tal, as crises e os azares da sorte, lançaram no desemprego, encontrando-se agora estão agora sem qualquer possibilidade de continuar a pagar dívidas de longo prazo contraídas perante a banca, especialmente para comprar casa, a educação dos filhos e similares.
Nas atuais condições do país e do mundo, comentários para quê?...

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