Carlos Morais

 
 

Matematicamente pensando: Educação Informal

Falar de educação é falar do presente, do passado e do futuro. Muito do que somos depende da educação que recebemos, da educação que vivemos e da educação que defendemos, nomeadamente na forma como partilhamos o sucesso, as dificuldades e o quotidiano das pessoas com quem nos relacionamos. A educação, em função dos contextos onde pode ocorrer, pode ser designada por educação formal, educação não formal e educação informal.


Matematicamente pensando: Do litoral para o interior

É sempre possível olhar para Portugal a partir de várias perspetivas, existindo perspetivas para todos os gostos, dependendo geralmente do contexto e do observador. Dessas perspetivas saliento a que permite considerar o país dividido em interior e litoral. Sabemos que não existe uma definição clara de interior e de litoral e muito menos uma fronteira vincada entre as duas partes, no entanto podemos considerar como litoral a parte do país próxima da costa, à beira mar, e o interior a parte do país para além da faixa litoral e, consequentemente, afastada do mar.


Matematicamente pensando: Praxes académicas

 
Muito se tem falado das praxes académicas e, consequentemente, das várias realizações e eventos que lhe estão associados. A noção de praxe académica é apresentada no dicionário, infopédia, http://www.infopedia.pt, como “costumes e convenções baseados numa relação hierárquica e usados por estudantes mais velhos de uma instituição do ensino superior, de forma a permitir a integração dos mais novos no meio académico”.


Matematicamente pensando: Ideias em tempo de crise

Vivemos mais uma vez dias de alguma indefinição relativamente ao futuro coletivo. Estas situações são cíclicas, tornando-se mais frequentes quando as dificuldades sociais e económicas do país aumentam. Assim, em Portugal fluem um conjunto de ideias, principalmente em torno de quem nos governa ou nos pode vir a governar, que sem poderem ser minimizadas ou ignoradas, devem ser pensadas e questionadas, com a pergunta que me parece completamente fácil de entender e muito difícil de lhe dar resposta.


Matematicamente pensando: Casas e famílias

Ter uma casa para viver é uma meta para cada núcleo familiar, independentemente do número de pessoas que o constitui. Considerando “casa” como qualquer edifício destinado à habitação, o bem-estar de cada pessoa é influenciado pelas caraterísticas da casa que habita. No entanto, o equilíbrio entre as casas necessárias para uma certa comunidade e aquelas que existem disponíveis constitui uma equação de difícil resolução.


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