Íris Soeiro, de 15 anos, aposta no mistério para prender o leitor em 'Ninguém Sobrevive Inocente"
A Fundação Os Nosso Livros, em Bragança, abriu as portas para a apresentação do segundo livro de Íris Soeiro, 'Ninguém Sobrevive Inocente-As memórias queimadas', no passado sábado, uma jovem de 15 anos, que encontrou na escrita uma maneira de se expressar.
Este é o primeiro volume da trilogia que pretende escrever. Trata-se de uma ficção em que o mistério prende o leitor do início ao fim num thriller para todas as idades, que começa com uma morte misteriosa que Ivy vai investigar.
Além de gostar livros e de literatura, Íris aventura-se pelo mundo da escrita numa edição de autor para contar uma história de suspense, que narra as peripécias de uma rapariga que se envolve nos desaparecimentos associados ao Instituto de São Jerónimo. “O meu primeiro livro ‘Antes de me Encontrar’ é autobiográfico e fala sobre os meus sentimentos”, explicou Íris ao Mensageiro.
A escrita entrou na sua vida quase como uma terapia, que expurga o que vai na alma.
O primeiro livro foi lançado quando tinha apenas 14 anos.
