Vinhais juntou antigos seminaristas em encontro
Nos idos de 67 a 71 do século passado grupos de dezenas de crianças, maioritariamente com 10 anos, deixavam a casa dos pais e aportavam a Vinhais, para descer escadório imponente em direcção ao Seminário Diocesano. Vinham de Santulhão, de Urrós, do Brito, de Parada, de tantos outros sítios, num quadro regional bem composto de todo o Distrito.
Queriam ser sacerdotes? A vontade era sim de brincar, saltar, correr, jogar á bola, descobrir mundo com ânsia ainda infantil. As preocupações e escolhas profissionais adviriam mais tarde.
E os respectivos pais? Viam neles futuros padres? Perspectivando um futuro diferente das suas duras vidas pretendiam tão só vê-los a estudar, “Estuda rapaz se queres ser alguém”, era a palavra de ordem. O que viessem a ser era tudo bom, e se viessem a ser sacerdotes não se opunham. Asas para voar é que era preciso. Na lavoura é que não.
No grupo dos sessenta acabou a ordenar-se presbítero um dos nossos. Saldo positivo, pois.
E feito o seminário, uns com mais anos lectivos outros com menos, cada um seguiu o seu caminho em diferentes geografias.
Mas, como dizia o outro, estava escrito nas estrelas. Haviam de se encontrar. Meio século depois. Quantos: 45. Reformados uns, perto disso outros. Aonde? Na referida escadaria por onde tinham descido, a verterem a lágrima na subida dos pais, agora confiantes e p
